Cristiano Meneghetti Pedroso, Advogado

Cristiano Meneghetti Pedroso

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Sobre mim

Advogado, Especialista em Direito Público.
Graduado em Direito pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas, aprovado, em uma única vez, no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil XIV. Fez o Curso de Comunicações, no Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro, em Santo Ângelo-RS. Atuou como Oficial Combatente Temporário do Exército Brasileiro no Parque Regional de Manutenção/12, Manaus-AM, nos anos de 2009 a 2016, exercendo entre dezembro de 2014 a junho de 2016 a função de Assessor Jurídico da Organização Militar em que servia. É Pós-graduado em Direito Público pela Universidade Anhanguera-Uniderp. Exerce a advocacia no Estado do Amazonas sob a inscrição n°11.813 OAB/AM, atuando na área Administrativa, Tributária, Imobiliária, Militar, Cível, Previdenciária, Trabalhista e Criminal.

Principais áreas de atuação

Direito Militar, 10%
Direito Penal, 6%
Direito do Trabalho, 6%
Contratos, 6%
Outras, 72%

Correspondência Jurídica

Serviços que realizo como correspondente jurídico
Buscas e apreensões
Peças
Cargas
Recursos
Despachos
Andamentos

Comentários

(2)
Cristiano Meneghetti Pedroso, Advogado
Cristiano Meneghetti Pedroso
Comentário · há 9 meses
Prezados, perfilho das ponderações do Klaus J! Não é de bom tom peticionar solicitando o prosseguimento no feito, pois muitos juízes sentem-se "afrontados". Não é nem o Juiz, muitas vezes, mas os assessores do Juiz ou do Diretor de Secretaria.
O exercício da Advocacia é feito, muitas vezes, pelas conversas de bastidores, quando você se dirige à Vara e fala com um servidor, o estagiário ou com o diretor de secretaria, que, em grande parte, são efetivamente quem dão andamento ao processo. Também resolvi muitos processos que estavam pendentes de andamento com uma simples ligação. SIM! Ligo para as Varas e solicito, sempre de maneira extremamente educada, não demonstrando que estou "cobrando", mas apenas solicitando, "uma olhada" no processo.
Aí vocês vão falar: ãim, mas eles tem o dever e blá blá blá. Sim amigos, eles tem o dever de dar andamento ao processo, assim como o juiz tem o dever de julgar e etc, mas, a prática e a rotina é tudo BEM diferente. Então, busque sempre essas tentativas, ligação, contatos com servidores das varas, fale com o assessor, deixe o espelho do processo, mas evite peticionar pedindo o prosseguimento do feito. Não recomendo e colegas que fizeram uso deste "tomaram" respostas do tipo: em vistas do volume de processos da vara e da fila de sentenças, aguarde! Ou seja, não resolveu e ainda tomou uma patada do diretor de secretaria.
Então, aos amigos, exercem a arte de conversas, pedir e ser atendidos de forma a não se indisporem nas Varas e, principalmente, com o Juízo.
Cristiano Meneghetti Pedroso, Advogado
Cristiano Meneghetti Pedroso
Comentário · há 10 meses
Excelente texto que relata a realidade da advocacia, sem a glamourização que muitos pintam. É duro ser advogado. Vejo muitos colegas que se submetem a valores irrisórios e advogam quase sempre com a famigerada cláusula “ad êxitum”, o que pra mim é uma afronta. Não se valorizam e fazem pouco do tempo despendido em cada causa, do tempo que tem que estudar para confeccionar uma peça técnica, que forme o convencimento do magistrado. Quase nunca faço essas diligências de sites de correspondentes, pois o valor que os escritórios querem pagar são ridículos, mas infelizmente há advogados que se submetem. É necessário que parte da classe entenda que tem que se valorizar e valorizar o seu trabalho, os anos de formação. Com relação aos servidores, creio que todos passamos por isso, sermos “pedintes”, dependendo da boa vontade dos magistrados e servidores, quando estes lá estão. Se buscamos o confronto, ficamos “queimados” na Vara, aí pode esperar sentado, que o processo se arrastará por mais tempo ainda, como se já fosse pouco o tempo natural “da razoável duração do processo”. Necessário mudar essa cultura, mas creio que isso será somente a longo prazo, com uma mudança nas bases educacionais. Também devemos fazer uma mea culpa, pois a classe ae sujeira a humilhações de servidores, juízes e etc, sem questionar, por medo de represálias. Não é diferente com relação aos honorários. Já ouvi colegas dizerem que têm “vergonha” de cobrar um valor maior, mais justo! Isso é inacreditável.

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